A "Mudança para a Holanda" já aconteceu há alguns anos.
Hoje já tenho uma certa rotina mas, ainda, com algumas coisas novas... assim é a vida.

Muitas coisas aconteceram... nascimentos, amizades novas e fortes, outras frágeis e desfeitas.
E vai-se vivendo e aprendendo, ou não...afinal quem é perfeito? Eu tento...
E a vida ainda segue, meus caros, no "Vivendo aqui na Holanda"...
Seja bem vindo(a)!
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domingo, 17 de maio de 2020

Meus pais e o coronavírus

 
Já comentei que os meus pais fazem parte da ala vip do grupo de risco com relação ao vírus.
Primeiro pela idade e segundo por diversos problemas de saúde que ambos têm. Eles, no geral, vivem bem, mesmo com todas as limitações da idade e de saúde, felizmente.
Porém, né, apareceu este vírus aí para complicar ainda mais a vida destas pessoas.
Nenhum dos filhos mora perto. Felizmente, meus pais são bem independentes. Resolvem a vida deles, vão aonde precisam ir, a médicos, exames. Vez ou outra tem um sobrinho deles que se faz presente numa necessidade.
Agora com a quarentena, a vida deles ficou mais complicada pelo fato deles precisarem sair de casa. Precisam fazer supermercado, precisam ir na farmácia.
E a cidade em quarentena tirou os ônibus de circulação, inclusive os intermunicipais.
E os remédios de autocusto que eles precisam, chegaram ao fim. Na cidade onde moram, não têm os medicamentos. 
E eis que minha mãe descobre uma turma de motoristas de aplicativo fazendo ponto perto da casa deles.
Ah foi a solução até metade do caminho para a outra cidade. 
Lá foram eles até onde puderam com o transporte e o motorista os deixou num ponto de onde podiam pegar ônibus. E de lá eles foram, pulando de ônibus em ônibus até chegarem onde precisavam.
E o ápice foi parar num bar/lanchonete para lanchar. Estabelecimento este aberto clandestinamente.
E para voltar, tudo no mesmo esquema. Quando não foi mais possível usar o transporte público, telefonaram para o motorista que os tinha levado para ir buscá-los.
Minha mãe estava toda orgulhosa do feito. Eu, nem sabia o que dizer. Vou falar o quê? 
Eles estão usando máscaras e tomando os cuidados gerais. No entanto, a gente nunca sabe, é uma preocupação.
Enfim...no começo eles não estavam levando muito a sério, mas agora com a evolução das coisas lá, eles estão vendo a gravidade. Estão mais em casa e evitando contato com as pessoas. 
E como disse uma amiga minha: deixa nas mãos de Deus. E é isso mesmo, porque daqui não posso ficar pensando só no pior.
Difícil!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Ovos e galinhas


(Foto: Josh Mazgelis / Flickr)


Acho que foi no mês passado que se anunciou a contaminação dos ovos aqui na Holanda.
Os ovos foram contaminados por uma substância chamada Fipronil, usada pelas empresas de limpeza e dedetização das granjas, ou seja, um pesticida.
Ao que tudo indica, o governo já sabia disso desde novembro do ano passado.
Aí foi uma loucura porque né, ovos a gente usa em quase tudo na nossa vida diária. E foi um tal de olhar listas e mais listas que só aumentavam os códigos dos ovos que tinham o Fipronil presente.
Os ovos que consumimos não apareceram de cara na lista. Por um lado é um alívio, mas depois é constatada a contaminação. E você pensa nos anos e anos de consumo sem saber de nada.
E aí a especulação não só com os ovos mas com a carne do frango. Afinal é meio óbvio que as galinhas/frangos estejam contaminados.
E as bolachas, bolos e tudo que se encontra nos supermercados compostos por ovos? Infinitos produtos.
Dizem que não é caso de pânico, pois a quantidade não é grande e tampouco pode causar danos à saúde. Bom, é o que dizem. Mas foi, terminantemente, proibido dar ovos às crianças.
E justo o ovo? Uma alimento tão básico na nossa cadeia alimentar... esta novidade veio como uma bomba e trouxe uma insegurança. Não estamos seguro. Pagamos por nossos alimentos e não temos garantia de qualidade e idoneidade.
Compramos ovos biológicos, mais caros, lógico, porque era o que tinha disponível no supermercado. E quem garante que realmente são "limpos"?
Complicado.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Consciência

O nosso amigo espanhol também esteve no Brasil, só que a trabalho. A gente até tentou um encontro mas nos desencontramos.
Uma semana ele ficou em São Paulo.
A minha amiga, esposa dele, que ficou na Espanha, começou, meio ressabiada, um assunto, que ele comentou com ela e ela o criticou e queria saber da minha opinião, afinal eu também tinha estado no Brasil.
Ele, lá numa praça de alimentação de um shopping qualquer, resolveu dar uma ligadinha pra saber se estava tudo bem em casa. Aí ele fez a observação de que parecia que estava nos Estados Unidos. Ela pergunta, né, porque ele falava daquele jeito. Como assim que parecia que estava nos Estados Unidos???? Daí ele diz que estava horrorizado porque ele nunca tinha visto tanta gente gorda na vida dele.
Olha, gente...e ele tinha razão.
Não é gordinho(a), não! É gente obesa, quadrada. Adultos, crianças.
A gente se assustou muito mesmo. A maioria, infelizmente, de mulheres. Não que pra homem seja bom, mas pô, mulher, né? Eu acho que é muito sofrido muito mais para as mulheres.
O brasileiro em geral tá obeso, sim.
Aliás, também tomei um susto com duas amigas. Quase não reconheço quando uma delas surgiu na minha frente. Meu irmão também não fica atrás. Está gordo!
Não é no sentido de deboche , não. Isso é alarmante. Estas pessoas vão desenvolver sérias doenças. Teremos uma país doente e, o pior, sem estrutura para tratar estas pessoas.
Mas isso é alimentação. Brasileiro come mal... come muito errado. Muita massa, muita carne, gordura, pizza, churrasco, cerveja...doces...
Observei mesmo isso em casa, com meus pais. Eles comem errado. Já não sei se é mania, vício, teimosia. Uma vida com padrões errados.
Também, vai fazer uma compra! Tudo pela hora da morte, caro. Verduras e legumes, um absurdo e qualidade nenhuma. Mesmo pagando por qualidade, ela passa longe.
Enfim, gente...é preciso cuidado, atenção, manutenção e ficar de olho mesmo na alimentação.
Ninguém tem que ser modelo, top model, mas ser obeso, quadrado, que mal consegue ficar em pé e andar, também não dá!
E, people, calça legging não é calça cumprida, tá?!?! É pra usar com uma blusinha comprida, um vestinho curtinho, lá na altura das coxas...mas curto que isso, não dá, não pode!!!! Devia ter multa! rs
Pronto, falei!
Só não posto imagens porque pode ter criança "assistindo"rs

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A diferença entre "bloemkool" e "courgette"

Pois é... eu acho que a caixa do supermercado tem que ser treinada de novo.
Porque ela não sabe o que é uma "bloemkool"


E o que é uma "courgette"



Lá fui eu pro supermercado - já tinha visto as ofertas, lóóóóóógico. 
Até tinha 5 euros em dinheiro vivo na carteira - porque aqui usamos muito o cartão de débito pra tudo - e eu, normalmente, não tenho dinheiro mesmo comigo. Quase nunca saco dinheiro.
Mas enfim, peguei o que tinha que pegar entre as ofertas que eu já tinha selecionado. Aliás, fui mais por causa de um pão caseiro/artesanal integral já que era produto novo na loja.
Peguei lá mais umas miúdezas e, voile, fui para o caixa, certa de que a compra não ficaria acima dos 5 euros.
Advinha se não tive que passar o cartão?!?!? 
O total da compra deu mais do que os meus cálculos mentais! Estranhei e paguei com o cartão do banco. Será que tô tão ruim assim de matemática?
Ela me enrolou pra me dar a notinha da compra. 
Normalmente, todos os caixas sempre perguntam se você vai querer a notinha. Às vezes, eu digo que não preciso e já saio andando. Porém, desta vez, fiz questão de pegar... e o que achei estranho é que ela já começou a passar a compra da pessoa seguinte. Numa dessas a pessoa nem liga, sai imediatamente. Mas eu, não.
Peguei a nota e vi! Claro, ela cobrou pela "courgette" o preço de uma "bloemkool". Na hora reclamei. Ela pediu desculpas e disse que eu precisa ir no balcão de atendimento ao cliente para eles corrigirem. Era uma diferença de 1,10 euro, cara! rs
Recebi de volta os meus trocos.
Mesmo assim, a conta ainda não batia!
Olhei de novo e, bingo! Outro item cobrado sem desconto que era justamente o tal pão especial que eu queria tanto experimentar.
Voltei de novo e mostrei pra mulher!!!! Mais 40 centavos de volta.
Ela me pediu mil desculpas pelo inconveniente!
Eu fiquei muito danada da vida! Caramba, e se eu não olho?!?! Parece pouco, mas 1,50 é, por exemplo, um pacote inteirinho de pão que dura dias!
E desaforo, né, os produtos todos em oferta e eles te cobrarem os preços "normais".
Não, não e não...reclamei mesmo!!!
Fiquei pensando depois em quantas pessoas que não conferem as suas compras!!!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Me diga onde compras e eu te direi quem és

Aqui a gente recebe, semanalmente, os panfletos com as ofertas da semana, novos produtos nos supermercados. Eu sempre olho e, não tenho vergonha alguma de admitir, eu busco sim as ofertas e saio, muitas vezes, garimpando as coisas em diversos supermercados.
Claro, que eu já quebrei a cara, claro!
Já comprei algo, barato e a qualidade era uma porcaria e me vem aquela do "barato sair caro". Também não volto mais lá ou não compro mais aquele produto naquele lugar. Pago mais caro em outro lugar mas sabendo que terá mais qualidade. Ou, muitas vezes, pela comodidade também, resolvo comprar algo no supermercado no meio do caminho, por exemplo. Porque eu não vou atravessar a cidade num dia de frio e chuva só pra pegar a oferta da banana por causa de uns centavos. Calma, lá! rs
Agora, eu não me importo nem um pouco com o nome do supermercado, se é X, Y ou Z. Pra mim, tanto faz. Eu me importo é com o meu bolso! E não quero nem saber se quem tá no supermercado tá bem vestido ou mal arrumado. Porque afinal, tem muita gente que só aparenta! rs
No entanto, fico boba quando fulano enche a boca pra dizer que só compra num tal supermercado! Parece que dá o maior status! 
Ai, gente... quanta bobeira. Eu nem falo no dinheiro a mais que a pessoa está desperdiçando - problema dela - mas a pessoa acredita mesmo que, comprando naquele supermercado estrela, ela faz parte da "nata da elite da sociedade carioca"! - fala de personagem de novela, tá gente! rs
E pior, acredita mesmo que a qualidade é muito superior à qualidade de outros supermercados mais em conta.
Sério, abra a sua mente e experimente mudar. Vai fazer bem para o seu bolso e não vai te diminuir como pessoa. Pode ter certeza! 
Às vezes, a qualidade do mais barato é até superior a do "supermercado estrela".
Cada coisa que a gente vê, que é de lascar, viu!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Histórias de supermercado



Lá fui eu para o supermercado.
Entrei, fui passando pelos corredores e, de repente, dei de cara com estas gôndolas de demonstração de produto. Nela, uma senhora muito simpática - holandesa - me convidou a provar um pratinho de massa. Era um novo produto e a marca tinha também o molho.
Puxei conversa perguntando como ela o tinha preparado. Se tinha colocado o queijo parmesão em pedacinhos ou era ralado mesmo. Ela foi dizendo e me dando idéias de como prepará-lo com outros ingredientes.
Aí eu me empolguei, né. A pessoa lá tão atenciosa comigo - tolinha, é, eu sei. Ela me disse que o produto estava em promoção de lançamento. A caixa de macarrão de 500 gramas e o vidro de molho grande, ambos, pela bagatela de 4 euros.
Coloquei os produtos na minha cesta, mesmo eu sabendo que aqui em casa eu tenho dois pacotes fechados de pasta e molhos. Mas, bom, desta vez era uma massa diferente.
Acontece que, conforme fui indo procurar outras coisas que precisava, me dei conta que o preço estava exobirtante! rs Com o mesmo valor eu compro o dobro disso de outras marcas.
Desculpa ae, people, mas olhei, vi a mulher na gondôla bem longe de mim, atendendo outra pessoa e oh, mais que depressa coloquei os produtos na sua devida aréa de massas do supermercado e me piquei, direto para o caixa. rs
Balanço final: e senhora ficou feliz porque eu peguei os produtos. Eu fiquei mais feliz porque os devolvi. rs

Outro dia, fui encontrar uma amiga e nosso ponto de encontro combinado era em frente do supermercado. E ela saiu do supermercado com um bolo pra gente tomar café aqui em casa. Como eu também precisava comprar algo, ela entrou de volta comigo no supermercado.
Porém, na hora de passar no caixa, ela lá com o bolo na mão que ela já tinha pago, óbviamente, e não tinha pego a notinha.
A gente lá dando risada, falando em português entre a gente e pensando em como tentar resolver aquela situação para ela não ter que pagar pelo bolo novamente. Chegando no caixa, falando em holandês, claro...a moça abre um sorrisinho e diz em português:
_  E vocês querem que eu acredite nesta história? 
Aí começamos a rir porque ela já tinha escutado a gente falando do tal bolo.
A moça era uma angolana e foi super simpática e não cobrou pelo bolo. Mas frisou que se a gente tivesse passado por outro caixa, iria ter que pagar de novo! hahaha
Foi por pouco!
Pois é, há emoções e desafios na vida doméstica! rs

sexta-feira, 7 de março de 2014

Código de barra, pra quê?



Às vezes, o supermercado recebe umas coisas bem legais de utensílios variados, móveis, roupas e sapatos. 
Normalmente quando vejo que o artigo é bom, se estou precisando e o preço tá convidativo, eu compro alguma coisa. Trago para casa, experimento e se não serve acabo indo devolver no mesmo dia.
Hoje foi assim. Achei um par de tênis super fofinho, encontrei meu número, passei pelo caixa, paguei e, aqui em casa, experimentei. Bom, não era exatamente o que eu esperava e, então, resolvi devolver.
Pensei em devolver primeiro o par de tênis, mas ía atrapalhar o rapaz que passava as compras de uma outra pessoa - e sempre tem cliente que acha que você tá furando fila e te olha torto - e como eu tinha coisas para comprar, faria tudo de uma só vez depois.
Fui para dentro do supermercado, peguei o que precisava e me dirigi direto ao caixa. 
Paguei pela minha compra e avisei o rapaz de que tinha uma devolução a fazer. Aliás, o par de tênis estava na esteira do caixa com a respectiva nota fiscal. Aí ele chamou lá um tipo de supervisor para dar baixa e autorizar a operação de devolução.
Ok, até aí, tudo bem. Só que o supervisor, um rapaz bem gentil, disse que, numa próxima vez, se eu tiver algo para devolver que eu vá primeiro ao caixa, fazer a devolução e só depois, se for o caso, entrar para o supermercado. 
Eu disse que como eu tinha que fazer compras também, fui direto para o supermercado para passar uma única vez no caixa.
Ele agradeceu e falou que tudo bem.
Daí eu saí do supermercado e fiquei pensando que diferença fazia em devolver antes ou depois.
Bom, como eu não sou uma meliante, me custou a cair a ficha. Claro, óbvio...eu poderia ter entrado, ter pego outro par de tênis e fazer a devolução como se fosse aquele que eu tivera comprado - e o meu tênis já em casa, seria grátis. Ohhh hein, people, não façam isso em casa, é feio!
Mas daí eu pensei, né, de novo que não pode ser assim tão fácil.
Me caiu a ficha de novo...e pensei na p*rr@ do código de barra, para que serve então?
E se eu, ao contrário de devolver, quisesse comprar o mesmo par de tênis? Tá, eu sei, ninguém faz isso, mas supondo, o produto seria cobrado de novo e o sistema não reconheceria que aquele código de barras já tinha sido lido?
Eu hein... que controvérsia! Fala sério!
Código de barra serve pra quê então, people?


PS: Marido acabou de explicar - com aquela cara do você não fez o que eu estou pensando que você fez - que serve apenas para determinar um produto e seu preço na hora de passar no caixa e nada mais.Ou seja, todos os pares de tênis do supermercado têm o mesmo código de barra, indepentende da cor, do número e modelo.
O sistema bem que poderia ser mais inteligente, né não?


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Na loja turca

A caçulinha da família de 1 ano e seus seis meses precisava jantar. Já tinha até passado da hora da menina comer.
A minha cunhada mais nova, meio cabeça de vento, não trouxe potinho de comida de criança, apesar que, pela idade, a menina já pode mandar pra dentro um belo prato de arroz com feijão...mas antes de eu tomar a frente e me oferecer para ir fazer a comida para a menina, saí com cunhada para o supermercado aqui do bairro.
Já fui pensando que nunca tinha visto destes potinhos por lá, mas fomos mesmo assim porque fui pegar mais umas miúdezas já que o povo foi ficando por aqui.
Como eu havia imaginado, não encontramos comida pronta de criança e saímos do supermercado e entramos numa loja turca, que normalmente tem de um tudo. 
Olha de lá e olha de cá, nada de potinhos de comida de criança.
Minha cunhada, alta, loira (e ela atrai olhares) no seu casaco vermelho, resolve perguntar para o turquinho se ele tinha "babyvoeding" (alimento de bebê) considerando que voeding é uma palavra mais rebuscada para comida.
Turquinho olha com o maior ponto de interrogação na cara, imaginando que diabos seria "voeding" e pronunciando a palavra como quem tenta se lembrar de um sinônimo. E minha cunhada fazendo mímica de um potinho e falando para ele a palavra "potje" de potinho.
Eu vendo o aperto do turquinho, traduzo para ele rs perguntando se ele tem "comida para bebê" o que seria "eten voor baby". hahaha Olha o que é o jogo de cintura aqui da brasileira, hein! Show! rs Porque holandês não tem a mínima desenvoltura para falar com um estrangeiro hahahah
Daí ele arregala os olhos e diz na cara dela, todo orgulhoso:
_ Nós não temos estas coisas aqui (como se fosse algo proibido), nós cozinhamos para os nossos filhos!
Depois dessa esculhambação, agradecemos e saímos da loja e ela...
_ Você viu como ele respondeu?!?! Que isso? Como se nós não fossemos bons pais!
Acabamos rindo, ainda mais porque ela disse que eu ainda tive que "traduzir"pro turco o que ela estava perguntando.
E aqui em casa, lá fui eu fazer um purê com legumes pra pequena que já tinha devorado um tomate inteiro encontrado na cozinha. rs E minha cunhada dizendo que não precisava, que já iam sair e que uma banana quebrava o galho! Oras, oras...
Meu sonho é ensinar estas crianças a comer um pratão de arroz com feijão, porque olha, eu não sei o que elas comem!
Sempre as vejo com bolachas e cookies diversos. Aliás o sobrinho caçula, de 1 ano, esqueceu um pacotinho de bolachas da Hema. Eu fui comer e me assustei de como aquilo é doce!!! Achava que era menos doce, mais especial...mas que nada...puro açúcar!
Mães brasileiras...ensinem seus filhos a apreciar a nossa comidinha brasileira... é simples, fácil de fazer e saudável.