Ontem apresentaram a primeira parte de um programa que resolveu especular sobre o desemprego entre as pessoas acima de 50 anos.
Olha, muita coisa que eu vi no programa, eu já pensava que era aquilo mesmo...e não precisou ninguém me falar nada. Aliás, eu evitava falar pois muitos achavam que eu falava bobagens.
Pois bem, eu mesma poderia ter apresentado o programa ontem. Não que eu seja uma expert e possa discorrer sobre o tema com propriedade, longe de mim. O conceito que formei está baseado na minha vivência por aqui ao longo destes anos. Nas dificuldades que enfrentamos e em tudo que vamos constatando.
Quando você chega aos 50 anos, a sua chance no mercado de trabalho é de 10%. Se você já tem 60 anos, esta chance cai para apenas 3%.
Aqui existem siglas para os diversos tipos de subsídios que uma pessoa pode receber do governo. Em diferentes instâncias. É uma confusão só. Você tem o seguro desemprego, logo após que você é demitido. Se você não consegue voltar ao mercado, você vai para uma outra categoria e periga você ter que se desfazer da sua casa, caso pague hipoteca, ir para uma casa social e receber uma pensão para ir passando.
Também se constatou que o sistema como está, promove que "as pessoas se tornem cada vez mais pobres". Claro, sem emprego, sem dinheiro!
O perfil do mercado está para empregos de contratos curtos, com determinadas cargas horárias. Mas isso não significa que quanto mais você tem contratos, e horas trabalhadas, você terá ganhos, ao contrário. Vários contratos significam muito mais descontos em impostos.
Eu achei muito interessante toda a análise. A realidade é cruel.
Aliás, uma das coisas que mostraram e que nomearam como "indústria do desemprego", porque, claro, tem gente que lucra com isso, em cima dos desempregados. Me refiro a estes diversos programas de puro bla bla bla a que estas pessoas desempregadas são obrigadas a participar. E a pesquisa sobre a eficácia destes programas de recolocação/motivacional/atualização duvidam do seu sucesso.
Claro que você pode se atualizar profissionalmente ou até mudar de profissão já que muitas funções se extinguiram. No entanto, tem um pequeno detalhe: a tal vocação.
E se você é estrangeiro a coisa fica mais complicada.
Eu me lembro do curso de integração, onde foram oferecidos cursos técnicos de formação profissional: cuidadora, enfermeira, cabeleleiro, jardineiro, padeiro...enfim...se você tem vocação, ótimo.
Agora quando você já se matou de estudar, tem diploma, trabalhou, tem experiência estas coisas já podem não ser tão atrativas. Pior é não receber nenhum apoio, claro, a não ser que você deseje virar uma cuidadora. Ou seja, tem que ir ao encontro dos interesses daqui e não do seu próprio. E se eu não quero ser cuidadora, nem manicure, nem babá?
Claro, dependendo da situação, a gente não tem como escolher, não é mesmo?
Ah mas a coisa é não é tão ruim assim, afinal as pessoas recebema ajuda. Pode até ser. A realidade é esta mesmo, quanto mais velho, mais complicado ficar no mercado de trabalho. E isso deve acontecer no mundo todo.
Agora quando você só pode se aposentar aos 67 anos, como é que fica? Todo mundo quer ter trabalho.
E o número real de desempregados é bem maior do que o divulgado. Pois se você tem apenas uma hora de trabalho na semana, você não entra na estatística. Assim como as pessoas registradas como "autonomas". Não importando se elas estão ativas ou não.
Semana que vem terá a segunda parte.
"Radar Extra Ze sturen honderden sollicitatiebrieven en krijgen vaak niet eens een ontvangstbevestiging. Laat staan een uitnodiging voor een gesprek. Vijftigplussers moeten verplicht solliciteren, maar het levert niets op. Waarom komt deze groep werklozen nauwelijks nog aan de bak? En waarom hebben we hier als samenleving geen antwoord op? Biedt een basisinkomen wellicht de oplossing? Antoinette Hertsenberg onderzoekt in een nieuw Radar Extra-tweeluik de gevolgen van een veranderende arbeidsmarkt.Deel I wordt uitgezonden op maandag 22 mei 2017, 20:30 uur op NPO 1Deel II wordt uitgezonden op maandag 29 mei 2017, 20:30 uur op NPO 1Bekijk ook de uitgebreide documentaire-pagina van 'Kans op werk: 3 procent'"
https://radar.avrotros.nl/uitzendingen/documentaires/kans-op-werk-3-procent/videos/kans-op-werk-deel-1/
Para contar as novidades, fatos, impressões e tudo o que eu ainda vejo de novo!
A "Mudança para a Holanda" já aconteceu há alguns anos.
Hoje já tenho uma certa rotina mas, ainda, com algumas coisas novas... assim é a vida.
Muitas coisas aconteceram... nascimentos, amizades novas e fortes, outras frágeis e desfeitas.
E vai-se vivendo e aprendendo, ou não...afinal quem é perfeito? Eu tento...
E a vida ainda segue, meus caros, no "Vivendo aqui na Holanda"...
Seja bem vindo(a)!
Hoje já tenho uma certa rotina mas, ainda, com algumas coisas novas... assim é a vida.
Muitas coisas aconteceram... nascimentos, amizades novas e fortes, outras frágeis e desfeitas.
E vai-se vivendo e aprendendo, ou não...afinal quem é perfeito? Eu tento...
E a vida ainda segue, meus caros, no "Vivendo aqui na Holanda"...
Seja bem vindo(a)!
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terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Acabou mesmo
Semana passada a rede de lojas V&D começou de portas fechadas. Ao que tudo indicava, seria apenas para fazer um inventário aos novos empreendedores e as lojas ficariam fechadas por três dias.
Não abriram mais!
Infelizmente, foi confirmado o encerramento da rede. Não houve entendimento e nenhuma negociação. Cerca de oito mil funcionários foram demitidos. É muita gente!
Sem contar o grande choque pra sociedade holandesa de uma forma geral.
A V&D era uma rede de lojas de departamentos tradicionalissíma: roupas, sapatos, artigos para casa, cama, mesa, banho, papelaria, hobby's, alimentos, jóias e a praça de alimentação. Também fornecia marcas conhecidas.
Era sempre agradável passear numa das lojas ou até mesmo ir somente para um lanche, ou uma refeição na praça de alimentação. Era quase um mini shopping. Com um certo estilo e elegância, as lojas investiram numa repaginada nos últimos anos, para dar um ar mais chique às suas filiais.
Era uma rede acessível, com um certo charme sem ter preços caros...ou seja, todas as classes tinham chance numa V&D.
Sintam o meu saudosismo!
Muita gente está desolada. Há cidades que perderam o seu atrativo, já que uma V&D costumava ser o coração comercial de uma cidade. Têm muitos prefeitos preocupados.
Felizmente, algumas filiais do La Place foram compradas pela rede Jumbo de supermercados e seguirão funcionando.
Aqui mesmo, a rua está triste. As pessoas nas ruas parecem que ficaram sem teto.
E pra onde vai esta parte da sociedade que consumia na V&D? Ficamos sem ter onde comprar.
Isso também já foi reclamado por muitos nas entrevistas.
Como a Bijenkorf que fechou muitas filiais, mas nem teve tanta comoção, pois a rede já é para os mais afortunados.
E na rabeira da V&D seguem as redes de artigos esportivos Perry Sport e Aktie Sport.
Meeeedoooooo.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
E assim começa o ano
Então que uma rede holandesa de lojas de departamentos, V&D, fundada em 1887, está falida.
São muitas filiais pelo país todo, com uma rede de restaurantes chamada La Place.
Ao total são cerca de dez mil e trezentos funcionários à beira do desemprego.
Isso está sendo um choque para a Holanda, uma loja muito tradicional que faz parte da história do país.
Muita gente vai nesta loja como quem vai para um shopping. Nem sempre para comprar. A esfera é bem agradável e as filiais de cidades grandes são uma beleza. Como tem a praça de alimentação, famílias inteiras vão "janar fora" já que a rede de restaurantes oferece, além dos quitutes doces e café, também lanches e refeições quentes diversas. E tudo muito em conta.
Eu acho realmente uma pena se o pior acontecer.
A rede está totalmente endividada e espera por novos investidores que até o momento não se apresentaram.
Claro que o movimento continua assíduo nas lojas, mesmo porque está tudo em liquidação. A certeza é de que as lojas sigam abertas por mais dois meses.
Gente, se fechar a V&D aqui da cidade, o centro vai acabar. Esta loja é que dá vida ao centro. Já temos muitas lojas que fecharam, foram embora da cidade. Há salões e mais salões vazios.
É uma coisa inexplicável.
Além dessa rede, uma outra de calçados chamada Macintosh Retail que detém as lojas Scapino, Dolcis, Invito e Manfield também já declarou falência.
Pois é...ano novo começando falido pra muita gente, infelizmente.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
As reflexões do outono
É claro que o outono chegou, sem deixar sombra de dúvida! E é claro também que ele trouxe de presente uma gripe que me deixou baqueada a semana passada inteira. E ainda estou com aquele restinho da gripe. Ohhh coisa chata.
As manhã amanhecem geladas com orvalho e as noites também têm sido bem frias. Os dias têm sido brindados com muito sol e isso é muito bom...por mim, podia ser sempre assim.
As folhas já mudam de cor...e tudo vai ganhando um outro colorido.
Fui conhecer o apê novo de uma amiga que se separou. Só na Holanda mesmo para uma mulher, sem trabalho, sem salário, com filhos ter o direito à uma residência só dela sem ter que mostrar comprovantes de rendimentos. Claro que ela vai ter que se enquadrar a critérios como se comprometer a buscar trabalho, mas até aí gente, ninguém fica no desespero. E tem gente assim, vivendo já há anos!
O apartamento é novinho...cozinha pronta, banheiro instalado, piso colocado, super bem localizado...fiquei de queixo caído!
Arrisco até a fazer uma piadinha que se ela soubesse disso antes, teria se livrado do marido há mais tempo! rs Sorry, people, mas sabe como que é, às vezes não dá pra não falar!
Viva o sistema "robinwoodyano" rs
Também estamos com uma separação na família...acho que foi isso até que mexeu com meu sistema imunológico pois penso nas crianças que ainda são muito novinhas.
Mudando de assunto, sobre os refugiados. Já são 25 mil na Holanda.
Aqui na cidade já noto a presença deles e oh, podem me jogar pedra, mas nada muda meu pensamento de que se não for feito algo de imediato, isso não vai prestar.
Não adianta querer cobrir a cabeça e descobrir os pés.
Ahhh são países ricos, é o que escuto! Não vejo mais países ricos nos dias atuais. Vejo países que criaram sua própria infraestrutura pra dar a todos qualidade de vida, trabalho, oportunidades...mas o que acontece quando a demanda é maior do que a oferta? É que nem ônibus lotado, numa curva, tomba.
O mar já não está para peixes para os próprios, quem dirá para quem está chegando.
Ok, eles recebem abrigo, assistência mas e aí? O que vem depois?
Ver este povo vagando nas ruas sem perspectivas...grupinhos ali enchendo a cara de cerveja e fumando...já intimidando os passantes.
Outro dia foi um quiprocó em um abrigo de madrugada... Pô, eles se desentendem até entre eles! Foi a maior tropa de choque, até helicóptero! Resultado: 14 feridos!
O mais recente agora foi depois de uma "pelada". Brigaram feio, 5 presos!
Entrei no supermercado e a polícia lá dentro!
No jornal mostrou uma agência de recrutamento famosa com uma frente de trabalho só voltada para os refugiadose pra mim? Fazer uma triagem e encaminhar o pessoal mais qualificado, e eu?
Não quero parecer cruel, é uma questão de ordem humanitária, desde que eles também sejam merecedores e respeitem a cultura onde estão sendo acolhidos.
Fazer uma petição para cancelar a Oktoberfest na Alemanha por entenderem que é uma festa ofensiva à crença deles e, principalmente, aos que estão chegando, traumatizados...para mim isso já é um pouco demais, não é não?
PS: Gente, deixei de ler alguns blogs, mas logo visito vocês, viu?
As manhã amanhecem geladas com orvalho e as noites também têm sido bem frias. Os dias têm sido brindados com muito sol e isso é muito bom...por mim, podia ser sempre assim.
As folhas já mudam de cor...e tudo vai ganhando um outro colorido.
Fui conhecer o apê novo de uma amiga que se separou. Só na Holanda mesmo para uma mulher, sem trabalho, sem salário, com filhos ter o direito à uma residência só dela sem ter que mostrar comprovantes de rendimentos. Claro que ela vai ter que se enquadrar a critérios como se comprometer a buscar trabalho, mas até aí gente, ninguém fica no desespero. E tem gente assim, vivendo já há anos!
O apartamento é novinho...cozinha pronta, banheiro instalado, piso colocado, super bem localizado...fiquei de queixo caído!
Arrisco até a fazer uma piadinha que se ela soubesse disso antes, teria se livrado do marido há mais tempo! rs Sorry, people, mas sabe como que é, às vezes não dá pra não falar!
Viva o sistema "robinwoodyano" rs
Também estamos com uma separação na família...acho que foi isso até que mexeu com meu sistema imunológico pois penso nas crianças que ainda são muito novinhas.
Mudando de assunto, sobre os refugiados. Já são 25 mil na Holanda.
Aqui na cidade já noto a presença deles e oh, podem me jogar pedra, mas nada muda meu pensamento de que se não for feito algo de imediato, isso não vai prestar.
Não adianta querer cobrir a cabeça e descobrir os pés.
Ahhh são países ricos, é o que escuto! Não vejo mais países ricos nos dias atuais. Vejo países que criaram sua própria infraestrutura pra dar a todos qualidade de vida, trabalho, oportunidades...mas o que acontece quando a demanda é maior do que a oferta? É que nem ônibus lotado, numa curva, tomba.
O mar já não está para peixes para os próprios, quem dirá para quem está chegando.
Ok, eles recebem abrigo, assistência mas e aí? O que vem depois?
Ver este povo vagando nas ruas sem perspectivas...grupinhos ali enchendo a cara de cerveja e fumando...já intimidando os passantes.
Outro dia foi um quiprocó em um abrigo de madrugada... Pô, eles se desentendem até entre eles! Foi a maior tropa de choque, até helicóptero! Resultado: 14 feridos!
O mais recente agora foi depois de uma "pelada". Brigaram feio, 5 presos!
Entrei no supermercado e a polícia lá dentro!
No jornal mostrou uma agência de recrutamento famosa com uma frente de trabalho só voltada para os refugiados
Não quero parecer cruel, é uma questão de ordem humanitária, desde que eles também sejam merecedores e respeitem a cultura onde estão sendo acolhidos.
Fazer uma petição para cancelar a Oktoberfest na Alemanha por entenderem que é uma festa ofensiva à crença deles e, principalmente, aos que estão chegando, traumatizados...para mim isso já é um pouco demais, não é não?
PS: Gente, deixei de ler alguns blogs, mas logo visito vocês, viu?
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Nem parece que passou só um mês
Andando estes dias pelo centro da cidade, afinal ainda tem o resto das liquidações de inverno, tomei um susto.
Várias lojas sumiram. Fecharam ou se mudaram ou sei lá. Só sei que há vários locais vazios, fechados.
Até a loja de bijouterias fechou. A Bijou Brigitte.
A M&S também fechou. Não está mais lá.
A loja de sapatos, SchoenenReus que já decretou falência, está lá, cheia de placas com liquidação total, queima de estoque. Acho que logo também fecha as portas.
A Wilma's Linnenshop, especializada em roupas de cama e banho também desapareceu do mapa... não deu nem tempo de eu entrar na loja pra conhecer.
A Halfords de artigos de bike, auto, ferramentas, camping, etc etc também já era.
Parece que tantas coisas aconteceram num curto espaço de tempo que tenho a sensação que passamos meses fora da cidade.
Até as agências de empregos fecharam ou foram dividir o espaço com uma outra!
Oh fiquei assustada...daqui a pouco não vai ter nem vitrines mais para olhar.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Oh só
A gente chega na Holanda com as coisas pipocando...
Pra quem conhece, já sabe: duas conhecidíssimas redes de lojas espalhadas pela Holanda toda estão pirigando.
Pelo que ouvi, a V&D ainda não demitiu ninguém, porém deixou de pagar os aluguéis de onde estão instaladas as suas lojas. Tá o maior bafafá. Eu acho que não tardará muito não, apesar das mensagens no e-mail dizer que está tudo bem e ainda oferecer uma fatia de bolo pra quem comprar um café...Pena que vi o meu e-mail de hoje muito tarde hahaha
A Blokker, outra rede grande e super conhecida, com artigos para casa, produtos de limpeza, eletrodomésticos, decoração, brinquedos e etc, demitiu nada mais, nada menos do que 440 funcionários numa tacada só...
E depois dizem que a crise já saiu deste país.
Eu continuo com as minhas dúvidas.
Pra quem conhece, já sabe: duas conhecidíssimas redes de lojas espalhadas pela Holanda toda estão pirigando.
Pelo que ouvi, a V&D ainda não demitiu ninguém, porém deixou de pagar os aluguéis de onde estão instaladas as suas lojas. Tá o maior bafafá. Eu acho que não tardará muito não, apesar das mensagens no e-mail dizer que está tudo bem e ainda oferecer uma fatia de bolo pra quem comprar um café...Pena que vi o meu e-mail de hoje muito tarde hahaha
A Blokker, outra rede grande e super conhecida, com artigos para casa, produtos de limpeza, eletrodomésticos, decoração, brinquedos e etc, demitiu nada mais, nada menos do que 440 funcionários numa tacada só...
E depois dizem que a crise já saiu deste país.
Eu continuo com as minhas dúvidas.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Parece que a gente só dá voltas
Acho que estou estressada!
Eu li que tenho que contar os fios de cabelo que caem. Se cair até 100 fios por dia, parece ser normal... mas caramba...100 fios por dia - tudo bem que não é tudo isso - caindo todos os dias, se não parar eu vou ficar careca, né não? rs
Dizem que a gente é parecido com uma árvore. No outono a gente também "desfolha". Notei mesmo que a queda de cabelo aumentou, coincidentemente, agora no final do verão.
Sabe, eu tô aqui às voltas, tentando encontrar um caminho.
Aí eu me lembro de tudo quanto é coisa de que já participei. De tudo quanto foi projeto que enfiavam a gente com promessas de "evolução".
Aquele encontro de mulheres que eu fui, ano passado, ainda continua acontecendo aqui na cidade. Vira e mexe eu recebo convite. Aliás, para outros eventos também. Só que gente, você vai lá e é tudo o maior "embromation". Isso quando não tem custos de locomoção, e, vamos combinar, só ficar investindo, investindo e não tendo nada de retorno, não dá, né?
Aqueles cursos de holandês nos quais a gente não evolui nunca!
Tudo dá voltas e voltas, como um círculo.
E quando tem uma vaga de emprego e não dá nem tempo de se candidatar???? Sério! Aparece aquela mensagem de que a vaga não está mais disponível ou de que eles receberam tantos cv's que nem estão aceitando mais e que a vaga foi fechada.
Já me disseram que tenho que mudar e buscar por outra coisa.
De fato, pode até ser assim, mas eu preciso descobrir, por mim mesma, e é isto que está queimando meus neurônios.
O nosso amigo holandês apareceu por aqui. Está sem trabalho desde dezembro do ano passado. Está indo em treinamentos infinitos, participando de n dinâmicas de grupos, sendo orientado por coach's disso e daquilo, encontros entre empregadores e candidatos. E nada até agora! E ele é holandês, com um certo nível de conhecimento desejado e tá aí, na rua da amargura!
Pô, tem hora de desanima, viu!
Atualizando: Entre ontem e hoje foram anunciadas as falências de uma rede de lojas bem grande aqui (bicicletas, peças, acessórios automotivos) e de uma construtora bem antiga no mercado. E depois ainda dizem que as coisas estão melhorando. Onde?
Eu li que tenho que contar os fios de cabelo que caem. Se cair até 100 fios por dia, parece ser normal... mas caramba...100 fios por dia - tudo bem que não é tudo isso - caindo todos os dias, se não parar eu vou ficar careca, né não? rs
Dizem que a gente é parecido com uma árvore. No outono a gente também "desfolha". Notei mesmo que a queda de cabelo aumentou, coincidentemente, agora no final do verão.
Sabe, eu tô aqui às voltas, tentando encontrar um caminho.
Aí eu me lembro de tudo quanto é coisa de que já participei. De tudo quanto foi projeto que enfiavam a gente com promessas de "evolução".
Aquele encontro de mulheres que eu fui, ano passado, ainda continua acontecendo aqui na cidade. Vira e mexe eu recebo convite. Aliás, para outros eventos também. Só que gente, você vai lá e é tudo o maior "embromation". Isso quando não tem custos de locomoção, e, vamos combinar, só ficar investindo, investindo e não tendo nada de retorno, não dá, né?
Aqueles cursos de holandês nos quais a gente não evolui nunca!
Tudo dá voltas e voltas, como um círculo.
E quando tem uma vaga de emprego e não dá nem tempo de se candidatar???? Sério! Aparece aquela mensagem de que a vaga não está mais disponível ou de que eles receberam tantos cv's que nem estão aceitando mais e que a vaga foi fechada.
Já me disseram que tenho que mudar e buscar por outra coisa.
De fato, pode até ser assim, mas eu preciso descobrir, por mim mesma, e é isto que está queimando meus neurônios.
O nosso amigo holandês apareceu por aqui. Está sem trabalho desde dezembro do ano passado. Está indo em treinamentos infinitos, participando de n dinâmicas de grupos, sendo orientado por coach's disso e daquilo, encontros entre empregadores e candidatos. E nada até agora! E ele é holandês, com um certo nível de conhecimento desejado e tá aí, na rua da amargura!
Pô, tem hora de desanima, viu!
Atualizando: Entre ontem e hoje foram anunciadas as falências de uma rede de lojas bem grande aqui (bicicletas, peças, acessórios automotivos) e de uma construtora bem antiga no mercado. E depois ainda dizem que as coisas estão melhorando. Onde?
sábado, 23 de agosto de 2014
É o que tem pra hoje
Está complicado ver o jornal na televisão.
A coisa tá assim, mais ou menos, nesta ordem: Israel x Gaza, Iraque x Isis, Ucrânia x Rússia... e só depois eles mencionam alguma coisa da Holanda, como as explosões dos caixas eletrônicos. Sim, aqui também o people está explodindo caixas eletrônicos para conseguir um "dinheirinho fácil".
Ah sim, já tem um tempo isso, sobre aquela ação/movimento que começou lá nos Estados Unidos contra os Zwarte Piet aqui na Holanda. Eles julgam como um ato racista.
Periga realmente de não ter mais este ano os ajudantes saltitantes de SinterKlaas. Eu sempre escutei que eles não são negros e sim sujos de carvão por ter que entrar pelas chaminés das casas na noite de Sinterklaas. Vamos ver no que vai dar. Afinal, o tão esperado dia tem um pouco mais de 3 meses para chegar.
Eu, sinceramente, acho que não tem nada a ver, mesmo porque eu nunca olhei com olhar nenhum. Apenas assimilei a história, passada de gerações em gerações. Acho bonito, alegre e divertido.
E a coisa continua feia, 86% das pessoas que estão procurando emprego estão pessimistas com o mercado de trabalho. E quanto mais idade a pessoa tem, maior a dificuldade de conseguir algo.
Porém, as pessoas seguem mais positivias este ano do que ano passado na mesma época. A positividade era de 8% ano passado e agora é de 19%.
O nosso amigo, holandês, de 40 e poucos, com formação específica está tentando um emprego desde dezembro do ano passado. Já recebeu o que era de direito em relação ao seguro desemprego e agora está mesmo recebendo um auxílio para pagar a hipoteca e com os trocados que sobra tem que se virar até o fim do mês.
Agora, se até caixa eletrônico o people tá explodindo por aqui, sei não...
A coisa não vai ficar &^%&$ só pra Zwarte Piet, não!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Ela ainda nos ronda
Lá vou eu falar da famosa crise.
Uns dizem que é psicológico...rs
Sim...ela ainda está por aqui, entre nós. Assombrando os mais diversos setores.
Vemos lugares comerciais totalmente vazios, com placas para se vender ou alugar, vemos lojas fechando, prédios novos comerciais, recém contruídos, completamente jogados às traças.
Há pouco tempo, declararam a falência de uma rede de joalheria que há mais de cem anos estava no mercado, com cerca de 36 lojas no país. Afinal, hoje em dia, quem se dá ao luxo de adquirir jóias, assim, por mero prazer?
Depois, uma rede de livrarias também foi "terminada". Dizem que com a tecnologia cada vez menos se procura por exemplares impressos, cd's e dvd's... tudo culpa da internet.
Em seguida, uma grande empresa de telefonia no país anunciou que vai enxugar o quadro de funcionários. Ou seja, mais gente aí para ser chamada de desempregada.
Quando a gente acha que a crise deu uma trégua, aparece uma nova onda de acontecimentos como as que citei acima e vem um atrás do outro.
Mas, enfim...onde será que vai parar?
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