Para contar as novidades, fatos, impressões e tudo o que eu ainda vejo de novo!
A "Mudança para a Holanda" já aconteceu há alguns anos.
Hoje já tenho uma certa rotina mas, ainda, com algumas coisas novas... assim é a vida.
Muitas coisas aconteceram... nascimentos, amizades novas e fortes, outras frágeis e desfeitas.
E vai-se vivendo e aprendendo, ou não...afinal quem é perfeito? Eu tento...
E a vida ainda segue, meus caros, no "Vivendo aqui na Holanda"...
Seja bem vindo(a)!
Hoje já tenho uma certa rotina mas, ainda, com algumas coisas novas... assim é a vida.
Muitas coisas aconteceram... nascimentos, amizades novas e fortes, outras frágeis e desfeitas.
E vai-se vivendo e aprendendo, ou não...afinal quem é perfeito? Eu tento...
E a vida ainda segue, meus caros, no "Vivendo aqui na Holanda"...
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015
O Markthal de Rotterdam
Num lugar no maior estilo tudo junto e misturado estão dividindo o mesmo espaço 176 nacionalidades da cozinha mundial.
Nossa, fiquei boba com a variedade, tem para todos os gostos. Um desbunde que vale a pena a visita.
Eu fui agora, depois de um ano de aberto.
O espaço é imenso, descontraído e muito bem estruturado com supermercado no subsolo, garagem, banheiros, entre outros artigos.
Eu é que me acabei por lá passando pelo stand de comida portuguesa para saborear um bolinho de bacalhau e bater papo com a moça indiana e super simpática que me atendeu falando português.
Almoçamos num italiano. Eu fui de risoto com mussarela defumada, que era de comer agradecendo a todos os santos da culinária. O espaço super bacana, elaborado, descontraído com um pessoal cheio de boa vontade em atender.
De sobremesa fomos correndo para os churros espanhóis com cobertura de chocolate.
E no mercado japonês comprei um mamão papaya lindo de morrer, que pesou mais de 1,5 kg e que me acompanhou pela cidade inteira depois! Porque achar mamão assim, no meio de um passeio, é como ganhar na loteria. hahaha
O Markthal está muito bem localizado, ao lado da estação de trem e metrô Rotterdam Blaak, ao lado das famosas casinhas de cubo e da Laurenskerk, uma catedral da qual só sobraram as paredes depois do bombardeio da Segunda Guerra Mundial.
De lá dá para andar tranquilamente em direção ao centro comercial da cidade.
Fica a dica, bom passeio!
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
No fim de semana
Sogros apareceram de surpresa - sim eles são holandeses! rs
Na verdade, eu já os esperava por aqui já que Fofis falou com a mãe no meio da semana passada, por telefone. Aí, suspeitei que eles poderiam aparecer em breve.
Eu saí no meio da manhã. E quando voltei, eles já estavam aqui.
Aliás, ontem eu estava triste. Acordei triste. Num primeiro momento, não entendi o motivo do aperto no peito, aquela melancolia. Mas, depois, acho que descobri, por mais que eu tente dizer que eu já sabia que iria acontecer do jeito que aconteceu. Mesmo assim, eu fiquei triste.
Voltando a falar dos sogros.
Eu não me importo que eles apareçam assim, de surpresa. A casa é do filho deles! E eu fico contente de que eles sabem que aqui eles podem vir sem cerimônia e a gente improvisa algo.
Como o dia estava lindo e quente, saímos andar pelo centro da cidade, fizemos fotos, lanchamos todos juntos, tomamos sorvete depois aqui em casa.
Minha sogra está bem. Porém, eu sinto que ela não interage como antes. Sabe quando a gente conta algo e a gente quer escutar um conselho, uma outra opinião?!?! Destrinchar o assunto... pois então, ela se resume a escutar, a dizer algumas poucas palavras que não têm muito a ver e não rola a empatia na conversa. Ela dá respostas vazias. Parece que está no mundo da Lua.
Mas, enfim, o que eu quero contar também é uma daquelas coisas que só acontecem em filmes!
Herança de um ente pra lá de distante que ninguém mais sabia que existia ainda no mundo. Pois é.
Sogros, coisa de uns dois meses atrás, foram procurados já que uma senhora, uma prima da mãe da minha sogra - é isso mesmo - tinha falecido e eles eram os únicos parentes. Na verdade, sogra e seus irmãos.
Eles, sogros, irmãos da minha sogra e suas esposas e mais a vizinha da mulher, eram os únicos no velório.
Depois eles foram oficialmente notificados de que eram os herdeiros dela.
Na verdade, a tal prima tinha um testamento e a mãe da minha sogra era mencionada nele. Como ela não é mais viva, os descendentes dela é que seriam os beneficiados.
E oh gente, tem herança de verdade, viu! rs
E já que, no post passado, eu falei de couve flor e abobrinha, falemos de mexericas.
Na feira de sábado, na praça, compramos mexericas porque dizia no quadro pendurado na banca: mexericas doces e sem sementes. Delícia!!!
Tinha uma caixa com umas mexericas, em cima da banca, e elas realmente pareciam bem apetitosas.
Só que a mocinha feirante não pegou estas da frente, mas sim umas que estavam atrás, provavelmente numa caixa, atrás da banca.
Pagamos e saímos.
Marido pega uma para comer. Quando olho pra cara dele, estava revirando os olhinhos! Estava mais azeda do que um limão.
Voltamos devolver! hahaha
O feirante disse que, pelo menos, se elas não estavam assim tão doces - tipo limão - é porque estavam frescas! Oi? Como?
Se a gente compra algo na feira é porque o produto deve ser fresco, né não? É o mínimo que se espera, oras.
Agora fazer propaganda garantindo que a fruta está doce e não está, aí já é demais.
Decepção.
Produto devolvido!
E bom começo de semana, people!
Na verdade, eu já os esperava por aqui já que Fofis falou com a mãe no meio da semana passada, por telefone. Aí, suspeitei que eles poderiam aparecer em breve.
Eu saí no meio da manhã. E quando voltei, eles já estavam aqui.
Aliás, ontem eu estava triste. Acordei triste. Num primeiro momento, não entendi o motivo do aperto no peito, aquela melancolia. Mas, depois, acho que descobri, por mais que eu tente dizer que eu já sabia que iria acontecer do jeito que aconteceu. Mesmo assim, eu fiquei triste.
Voltando a falar dos sogros.
Eu não me importo que eles apareçam assim, de surpresa. A casa é do filho deles! E eu fico contente de que eles sabem que aqui eles podem vir sem cerimônia e a gente improvisa algo.
Como o dia estava lindo e quente, saímos andar pelo centro da cidade, fizemos fotos, lanchamos todos juntos, tomamos sorvete depois aqui em casa.
Minha sogra está bem. Porém, eu sinto que ela não interage como antes. Sabe quando a gente conta algo e a gente quer escutar um conselho, uma outra opinião?!?! Destrinchar o assunto... pois então, ela se resume a escutar, a dizer algumas poucas palavras que não têm muito a ver e não rola a empatia na conversa. Ela dá respostas vazias. Parece que está no mundo da Lua.
Mas, enfim, o que eu quero contar também é uma daquelas coisas que só acontecem em filmes!
Herança de um ente pra lá de distante que ninguém mais sabia que existia ainda no mundo. Pois é.
Sogros, coisa de uns dois meses atrás, foram procurados já que uma senhora, uma prima da mãe da minha sogra - é isso mesmo - tinha falecido e eles eram os únicos parentes. Na verdade, sogra e seus irmãos.
Eles, sogros, irmãos da minha sogra e suas esposas e mais a vizinha da mulher, eram os únicos no velório.
Depois eles foram oficialmente notificados de que eram os herdeiros dela.
Na verdade, a tal prima tinha um testamento e a mãe da minha sogra era mencionada nele. Como ela não é mais viva, os descendentes dela é que seriam os beneficiados.
E oh gente, tem herança de verdade, viu! rs
E já que, no post passado, eu falei de couve flor e abobrinha, falemos de mexericas.
Na feira de sábado, na praça, compramos mexericas porque dizia no quadro pendurado na banca: mexericas doces e sem sementes. Delícia!!!
Tinha uma caixa com umas mexericas, em cima da banca, e elas realmente pareciam bem apetitosas.
Só que a mocinha feirante não pegou estas da frente, mas sim umas que estavam atrás, provavelmente numa caixa, atrás da banca.
Pagamos e saímos.
Marido pega uma para comer. Quando olho pra cara dele, estava revirando os olhinhos! Estava mais azeda do que um limão.
Voltamos devolver! hahaha
O feirante disse que, pelo menos, se elas não estavam assim tão doces - tipo limão - é porque estavam frescas! Oi? Como?
Se a gente compra algo na feira é porque o produto deve ser fresco, né não? É o mínimo que se espera, oras.
Agora fazer propaganda garantindo que a fruta está doce e não está, aí já é demais.
Decepção.
Produto devolvido!
E bom começo de semana, people!
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